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Avaliando a Agilidade das Empresas

Muitas das equipes mais ágeis que conheci estão fornecendo consistentemente o maior valor comercial para o negócio, de modo mais rápido, e durante um menor período.

Não é a toa que as equipes mais ágeis parecem ser as mais eficientes.

Mas adotar, transformar, aderir a agilidade não é tão fácil.

Embora construído em um conjunto de conceitos muito simples, a agilidade representa uma maneira fundamentalmente diferente de fazer negócios.

Os altos níveis de agilidade exigem um compromisso substancial com educação e treinamento, novas ferramentas e técnicas, transição de funções e mudanças culturais.

Esse compromisso deve fluir da gestão top down,  ou seja de cima para baixo e debaixo para cima.

Se essa mudança não é para todos, então temos um problema. Mas como é possível medir?

As organizações que não promovem e valorizam a comunicação aberta, a confiança e o trabalho em equipe podem não fornecer o terreno mais fértil, ou propício para que a agilidade tenha sucesso. Mas isto não significa que ágil não pode funcionar para essas organizações. A agilidade é uma forma de pensar, ver e agir.

Alguns times podem ser mais ágeis do que outras, que por sua vez são mais ágeis do que outras e assim sucessivamente.

Pode valer a pena que a sua equipe comece com um aumento modesto de agilidade e procure gradualmente um ponto mais confortável e viável na experiencia da jornada ágil.

Em última análise, no meu ponto de vista, cada organização é responsável por sua agilidade.

Com qualquer implementação de processo ou metodologia, as práticas terão de ser identificadas, medidas e adaptadas.

A chave não são as práticas específicas, mas a mentalidade e a forma como elas são aplicadas.

Sabiamente disse Ron Jeffries, “as práticas não são agilidade. Eles são uma maneira de encontrar agilidade “.

E  de alguma forma, nós já conseguimos avaliar a sua agilidade.

Que experimentar?

 

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