Porque eu levo esse sorriso

 

Ah!!! E esse mundo virtual, algumas vezes, tão fora do comum.

Talvez você não saiba, mas muitas pessoas que não se policiarem perde a essência do ser humano. Aquela energia que faz com que nos “sintamos parte” do meio que vivemos.

Para muitos o monitor pode distanciar e quem sabe criar uma deficiência digital em que nos remete a falsa percepção de que nosso mundo é tudo e que isto nos basta.

Schopenhauer tem uma frase que gosto muito e inicio todas as minhas palestras com ela: “Importante não é ver o que ninguém nunca viu, mas sim, pensar o que ninguém nunca pensou sobre algo que todo mundo vê. ”

Considere sempre essa frase para sempre se permitir mudar de opinião.

O mundo digital é só uma parte do mundo real, aquele no qual vivemos no dia a dia.

O mundo real é aquele que faz nossos 5 sentidos trabalharem com toda sua potência de agir quando são ativados.

Aquele que coloca em check o amor platônico, de Platão sabe? Do amor à distância, intocável, que não se aproxima, que não se envolve, não sente, não cheira, e sim apenas imagina.

Assim, quando encostamos nossa boca nos lábios daquela pessoa amada, e sentimos o cheiro de sua pele, somos capazes ao abrir os nossos olhos, vislumbrar o mais belo sorriso que tem o poder de trazer todas as melhores lembranças, seguindo de um sussurro de “eu te amo”, juntamente com o mais leve toque do melhor abraço.

Sentindo assim que a vida que vale a pena, é aquela que nós escolhemos viver.

O mundo em que, somente lá, somos capazes de distribuir um largo sorriso espontâneo, como o de uma criança quando ganha o seu objeto do desejo.

Sensacional esse mundo, o real. Não é?

Várias das pessoas que estão nas minhas redes sociais, como Facebook, Twitter e outros, muitas delas se resumem a nomes, fotos e algumas informações compartilhadas.

Mas eu realmente acredito que isto pode ser diferente.

Há quem diga que somos o que compartilhamos, mas somos bem mais do que isso. Somos o que mais importa.

Pessoas é o que mais importa. Ou seja o sucesso de um reflete também no sucesso do outro.

Eu acredito que todas pessoas possuem uma habilidade única, sem exceções.

Porque somos únicos. E quando compartilhamos com o mundo, todos poderiam tornar-se melhores em suas vidas.

Por quê? Simples.

Porque ninguém consegue ser o melhor em todas as áreas. Quando uma pessoa se propõe a explorar o máximo de sua habilidade única, exclusiva e singular, seja escrever, seja calcular, seja se comunicar, ela está aperfeiçoando a si mesma, podendo compartilhar suas experiências com quem deseja seguir um caminho parecido.

Você deseja compartilhar sua habilidade única com o mundo e tornar-se feliz fazendo o que se gosta?

 

Esse é o meu propósito, este é o meu bem maior “Summum bonum” !

Encorajada pelas histórias de alguns amigos (que, por sinal, muito mais difíceis do que a minha), resolvi escrever um artigo com a história da minha vida.

Poucas pessoas sabem, mas acho que é importante para que me entendam na totalidade, não só Isabela mãe, Isabela esposa, Isabela articulista, Isabela palestrante, ou o Isabela escritora, mas a Isabela Gayno ser humano.

Poderia escrever um livro com essa história, mas isto é para outro momento.  😀

Então vou começar com um grande e belo artigo.

Para quem não sabe, sou paulista. Venho de uma família pertencente às “classes menos favorecidas”, meu pai embarcou na “era de descobrimentos” fugindo da Itália, deixando o cargo de sargento do exército, ainda na 2ª guerra mundial. Chegou no Brasil com seus 25 anos como mais um imigrante muito bem recebido por este belo país.

E minha mãe, criança sonhadora, que caminhava pelos campos do interior em busca de almeirão para se alimentar e dividir com seus irmãos, dividiam tantas coisas, que dividiram entre os pequenos irmãos, até o precioso tempo para se aquecerem com o calor do fogão a lenha. E para ajudar a sua família, minha mãe vendia muitas coisas, e de tanto vender, vendeu quase de tudo! 🙂

Depois que meus pais se conheceram, uniram-se então a coragem com a inteligência.

Quanto orgulho!

Como eu sei, ela gostava de vender. E vendendo de quase tudo, quando a conheci, vendia máquinas de reciclagem de plástico. Ela viajava pelo Brasil e América Latina para vender. Vender  que?

O que meu pai inventava.

Ele tinha uma habilidade incrível de gastar o que ela vendia, e muitas vezes ele gastava até o que ela não tinha vendido ainda. 🙂

Ele de um lado, acordava no meio da noite, com milhares de idéias, pegava em suas mãos seu lápis, sua prancheta e desenhava. E muitas idéias foram para o lixo, até que uma incrível idéia foi capaz de brilhar.  

E agora recorro a história contada por Ana Flores, minha mãe.

Desde 1978, muitos rascunhos de ideias, desenhos mecânicos e testes, muitos testes, erros e acertos sempre fizeram palco de nossa história.

Talvez você no sabia que a criação da Reciclagem de Plástico foi construída a partir de protótipo de máquina em PVC e somado a tecnologia com inovação transformou-se em aço inox e ganhou vida, inclusive fora do Brasil?

E o nome dele segue gravado na criação e na inovação por um Brasil melhor, evoluindo inclusive, com os novos tipos de plásticos que o mercado passou a consumir como o PET, onde foi criado a máquina de retirar rótulo e tampa da garrafa.

E assim na história da humanidade, um dia alguém inventou a roda, como alguém inventou a máquina de reciclagem de plástico.

Mais de três décadas passaram e nada mudou… em qualquer lugar deste 4 cantos do mundo. A invenção da Reciclagem de Plásticos nasceu no Brasil e foi inventada por Sergio Gayno, meu pai.

A quem tenho a honra de dizer que soube incrivelmente brilhar.

Agora, vem ela do outro lado, Ana Flores, de tanto vender suas idéias, foi capaz de fazê-lo brilhar.

Afinal há grande verdade na afirmação, “Qualquer um pinta um quadro, mas somente um gênio é capaz de vende-lo.”

Lutou por algumas ideias, sem jamais se abalar. Lutou para desonerar os impostos do reciclado, pois como tudo no Brasil, muitas coisas são mais que hiper tributadas. Nunca ousou desistir, nunca aceitou fracassar, e todas as vezes que pode, rebateu as verdades impostas que nos enfiam goela abaixo. Pegou o mal pela raiz. Se jogou no mar de grandes, e assim falando olho no olho e de igual para igual. Virou palestrante Nacional e Internacional, passando por várias universidades federais chegando ao Ministérios do Meio ambiente, em Brasília.

Atuou como escritora, tornando-se referência em Reciclagem de Plástico no Brasil. Foi reconhecida por grandes órgãos como Abimaq, Sindimaq, CIESP, Fiesp, encerrando sua carreira sendo premiada como comendadora do Meio Ambiente, sem estudo de nível fundamental ter.

E hoje, refletindo, noto que o espírito de autoajuda e empreendedorismo sempre foi palco entre os laços de sangue dos ”Sanchez e Gayno”.

E que escola de escolhas, não?

Esta história, “porque eu levo esse sorriso”, é para você, que assim como eu, entende que a vida é feita para quem tem coragem.

Então, um dia minha mãe me perguntou:

– O que você quer ser quando crescer?

Inocentemente, ainda menina, eu respondi, desbravar os 7 mares.

Eu poderia ser pescadora, aliás amo infinitamente o mar, talvez pela sua grandeza ou quem sabe pela certeza de nossa pequenez diante dele. Mas nada me deixa mais ansiosa e feliz do que correr riscos. Pescar é correr risco. Pois quando lançamos a isca, nunca sabemos o que vamos pegar. É possível que venha uma lata com água, ou quem sabe um monte de lixo, mas sabemos que há inúmeros belos peixes e eles podem ser fisgados também.

E quando somos capazes de pescar o melhor do outro? Seja através de um largo sorriso ou através de nosso próprio crescimento quando permitimos a troca de aprendizado? O quanto somos capazes de engrandecer?

Infinitamente, assim como o MAR, capaz de não caber no nosso campo de visão.

Assim sinto-me quando é preciso comunicar. Desta forma quando escrevo ou palestro, a arte de correr risco sempre me coloca a prova de que todos somos capazes de ir além, e nos traz a certeza que superar faz parte da essência humana. Somos privilegiados de fazer parte de espécie altamente adaptáveis ao meio. Diferentemente da natureza de tantos outros seres vivos.

Se pensarmos sobre a natureza, o sapo sapeia, o mar mareia, o gato gateia, e o tigre majesteia. E NÓS? Os seres humanos? O que fazemos?

Nós decidimos o que queremos ser. Nós escolhemos!

Sabiamente diz “Espinoza. “Não é por julgarmos uma coisa boa que nos esforçamos por ela, que a queremos, que a apetecemos, que a desejamos, mas, ao contrário, é por nos esforçarmos por ela, por querê-la, por apetecê-la, por desejá-la, que a julgamos boa”.

Na escola da “escolha” aprendi que coragem é latente e graças a ela, sempre pude conquistar o que desejo.

Coragem para uns é uma habilidade única, mas para mim, talvez seja apenas uma firmeza para atingir um objetivo. E é possível analisar isto, quer ver só?

Matar um leão por dia sem se abater, quem nunca?

Sabe quando precisamos invocar a nossa “coragem”?
Já tive meu momento namorar logo, conheci meu companheiro Fabio Bahia aos 16 anos e passei para “quero ter uma família grande e um bom emprego”, talvez um pouco fora de ordem.  🙂

Eu escolhi ser mãe, tive esse privilégio. Lembro que junto de meu companheiro, riscávamos o calendário na espera do momento ideal, sincronizávamos com o calendário Lunar, yoga e tudo mais que podíamos receber como dicas. Ora muitos estudos diziam que isto funcionava. Testamos e para nossa surpresa lá estava nossa primeira filha, seguindo alguns anos a chegada de meu filho e sucessivamente chegou a minha terceira .

Eles são meu maior legado!

Curiosamente enquanto eu escrevo essa história,  a minha quarta filha corre querendo firmar os seus primeiros passos.

Eh! Esse negócio de fases lunar funciona mesmo 😀😀😀.

Alcançar os nossos resultados desejados e receber uma opinião satisfatória é trabalho para gente grande, e podem ser as duas qualidades mandatórias para o seu sucesso.

E ai? E agora? É um trabalho árduo e cansativo. E há verdade na frase que diz, quanto maior o desafio maior a recompensa.

Mais ou menos assim. Confiarão em nós na exata medida que formos dignos dessa confiança.

Eu não sou escritora profissional para pagar as contas. Mas para se escrever algo útil, fazemos muitas porcarias pelo caminho. Desta forma eu já lhe peço, use de sua sabedoria e paciência quando me ler, assim como muitas ideias do meu pai foi para o lixo, é capaz que encontre alguns artigos que devem ser descartados também. Mas dentre eles você pode encontrar aquele que que pode fazer sentido para você e que pode fazer brilhar sua luz em seu mais novo caminho.

Gosto de considerar o que disse Maugham antes mesmo de escrever mais um artigo, “só os medíocres estão sempre no seu melhor momento”.

A maior dificuldade vem lá da história e é um problema bem antigo. Veja só, Machado de Assis, Clarice Lispector e tantos outros ganharam a vida escrevendo textos diários, interessantes, textos que pagavam as contas, textos que lhes trouxeram uma habilidade de perfeição que os fizeram ser eternos em seus livros.

Mas se por algum acaso, esta dúvida já fez parte da sua vida, não tem problema.

Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conheço não sabiam, aos vinte e cinco o que queriam fazer da vida. E muito provavelmente quando chegarem aos setenta e poucos, mais interessantes e mais sábios ainda assim não saberão.

São muitas opções, muitas informações, muitas variáveis a serem analisadas.

Saibam então! Nunca! Jamais parei de variar.

Meu primeiro emprego foi como estagiária em um banco, aí precisei vender trufas, porque o dinheiro do estágio só pagava o convênio médico do meu pai, e como todos temos necessidades básicas, eu também precisava me alimentar.

Me joguei no mar das ações, logo eu, adoradora dos riscos.

Inicei uma jornada na area de tecnologia, e que mar? Que mar é esse minha gente?

Um mar da biodiversidade dos comportamentos, de velocidade e inovação.

Puramente “EU”!

Aí virei colunista, recebi uma proposta para ser articulista através de “óbvio”, um artigo. Eu? Formadora de opiniões? Isto mesmo, recebi uma proposta de patrocínio para escrever artigos em nome de “outros”. HanRan “É verdade” ele é ele, mas quem escreveu “FUI EU”, juntos inovamos,  desenvolvemos e consolidamos um plano estratégico de sucesso, buscamos juntos dar credibilidade no seu segmento aliando sua imagem com o meu conhecimento tecnológico na inovação e rapidez.

Meu objetivo passou a construir os melhores relacionamentos através das tendências de canais tecnológicos, gerar resultados e garantir a relevância virtuosa em meio ao seu público

É muita dedicação de estudo e tempo para ser jogado aos ventos.

A nossa habilidade a gente compartilha. Não é?

Ainda através do mesmo artigo, fui convidada a virar palestrante. E você pode perceber que, se é para aprender e compartilhar experiências, não hesitarei em me jogar neste mar, e em todos os outros caminhos que estão por vir.

Cada pessoa é única, exclusiva e singular. Portanto, nenhuma pessoa  pode ser igual à outra.

Atuo como AgileCoach, Consultora em desenvolvimento de Software, Instrutora, Palestrante e mais importantes que todas as anteriores “MÃE”. Essas são algumas funções em crescimento ao longo de minha carreira.

Dedico em ajudar pessoas a expandir recursos mentais para o atingimento de metas para realização como indivíduo e profissionais.

E se eu pudesse compartilhar a força propulsora e que me impulsionou de forma positiva, afirmo como a maior e mais incrível:

Compartilhe!

É isto! Você pode ir tão longe quanto sua mente pode permitir. Todos que são gigantes aos seus olhos, não se veem gigantes, apenas acreditaram em seus sonhos e seguiram as suas intuições.

E não importa onde eu estou e o que eu me proponho a fazer.  Fato é, eu sempre estarei pronta para COMEMORAR.

Me conheço!

Me conheço, quando acabo de escrever um artigo, e eu comemoro porque crio relacionamentos virtuosos, porque a troca chega e chega como trem bala, assim na velocidade da tecnologia.

Me conheço quando ouso palestrar, e comemoro só de pensar na possibilidade de acabar, o crescimento é certo. E para crescer ILIMITADO, a troca deve ser também ILIMITADA.

Me conheço quando entro na transformação de ambiente corporativo e eu sei que mais uma vez eu vou comemorar pela troca de conhecimento, pelas novas amizades, e pelo resultado satisfatório.

E se por algum momento houver algum “pré” julgamento ou pensamento sobre a forma como lido com as coisas que faço, passando talvez uma imagem de uma menina presunçosa. Saiba que! É importante considerar, eu sou obrigada a lidar comigo 24 horas por dia até o ultimo dia da minha vida. Então, desta forma é bom que eu possa caminhar confiante, sorrindo e com coragem.

Esse tema que é central na minha vida. A paixão pelo meu trabalho é algo que busco tempo todo. E ela está lá dizendo…

“AJUDE E SEJA AJUDADO”.

É muito importante fazer com que as pessoas, através de seus empregos, possam ter tranquilidade para se encontrarem. Quando você está preocupado com resultados indesejados, não há tranquilidade para se encontrar.

Colaborar com as pessoas é uma maneira de atingir algo muito maior. De certa forma, com os treinamentos tenho conseguido isso. A receita obtida em palestra fica muito pequena frente ao que consigo impactar nas organizações por meio desse conhecimento.

Para mim, é uma honra enorme dividir o crescimento e trocar ideias maravilhosas com todas essas mentes brilhantes que passam pelo meu caminho e por aqui.

Como diz Zig Ziglar: “Se as pessoas gostarem de você elas te ouvirão, mas se confiarem em você farão negócios com você”.

Encerro então dizendo!

“Um tigre não muda o foco do seu objetivo com medo dos leões”!